É crucial a protecção do tigre que se encontra actualmente ameaçado de extinção. Estima-se que apenas restem 5.000 espécies destes felinos na natureza. Têm aumentado os receios de que alguns países, como a China, possam legalizar em breve o comércio de partes do corpo de tigres criados em cativeiro. Dirk Sterckx, deputado europeu pela Bélgica e presidente da delegação do Parlamento Europeu à China, diz que “é absolutamente essencial para a China apoiar os esforços internacionais para salvar o tigre”. Assine a petição no sentido de pedir ao governo chinês a proibição permanente do comércio de partes do corpo de tigres. As assinaturas recolhidas até 30 de Abril serão apresentadas aos decisores políticos na China.
Tags: extinção, comércio, tigre, protecção, felinos, cativeiro, China, petição

Abril 30, 2008 às 6:46 pm |
é lamentável que tenhamos que fazer protestos destes -com os quais sou perfeitamente solidário- para obviar a que muitos dos animais em regressão ou em risco eminente de extinção, sejam ainda mais pressionados por governos incompetentes. Lamentável!!!
Não são só os tigres, claro!, como ainda outros animais representativos de todos os continentes que estão em perigo, inclusivamente de Portugal.
Assim, apelo para terem a mesma atitude relativamente à fauna portuguesa, onde há espécies bastante debilitadas. Caso desejem, posso demonstrar o que digo.
São experiências enriquecidas com a minha passagem pelo GIDC, APA e QUERCUS.
Saudações Herpetológicas,
Noémio de Sousa
Abril 30, 2008 às 11:10 pm |
Noémio, uma vez que já passou por experiências tão enriquecidas, propomos que disponibilize, a todos os interessados, quaisquer informações que considere pertinentes.
Maio 17, 2008 às 6:43 pm |
Caro Adolfus,
desculpe por só agora ter reparado(é verdade!) no desafio que me faz mas como sou “cota” e não ofendi quem quer que seja, penso que estou perdoado. O que faz já ter vivido umas dezenas de anos…
Efectivamente a minha vida sempre foi pautada pela vivência e companhia de animais, quer os de companhia quer mesmo os selvagens -o que hoje não é permitido, salvo raras excepções.
Vivi em três países africanos, Guiné-Bissau(guerra), Moçambique e República da África do Sul onde tive a oportunidade de conhecer fauna selvagem “in loco” e dei-me ao luxo(?!) de me ter perdido na selva que na altura era parte integrante da reserva Gorungosa que fazia fronteira com o National Kruger Park pertença da África do Sul.
Bom, estas passagens ficarão para mais tarde, casohaja algum interessado e com disponibilidade em “aturar-me”.
Por agora, e porque não sabia que alguém se interessaria por situações contadas por este vulgar cidadão de Linnaeus, peço-lhe(s) o obséquio de me permitir(em) que lhe(vos) divulgue uma Exposição de Anfíbios portugueses vivos, patente no Aquário Vasco da Gama e em que eu tive a honra de mais uma vez ter colaborado com aquela instituição.
Esta Exposição insere-se nos âmbitos cultural, educativo e ambiental. Visa, também, dar a conhecer ao público a sua(dos Anfíbios) ecologia, biologia e importância benéfica para o homem.
Repito que só há muito pouco tempo tive conhecimento do seu(voss) blogue porque senão já os tería contactado anteriormente. O evento terminará a 1 de Junho do corrente.
Muito honestamente, sugiro que os amigos dos animais em geral possam visitar o Aquário, pois oportunidades destas não abundarão. Só houve 2(duas) Exposições deste tipo em Portugal até hoje!
Caso tenha(m) algum interesse e/ou curiosidade em em algo que eu possa ajudar e/ou esclarecer, peço que seja(m) mais específico(s) no assunto a abordar.
Cordialmente,
Noémio de Sousa
Maio 18, 2008 às 12:38 am |
Noémio, agradecemos desde já o vosso contributo.
Maio 23, 2008 às 4:21 pm |
Olá, Adolfus!
Não pretendo, longe disso!, ser o único protagonista deste blogue. Tenho estado a aguardar que surja alguém que junte o seu próprio comentário rebatendo ou questionando as breves notas que escrevi mas, como tal não aconteceu, vou relatar duas situações, como prometido aliás, que deverão fazer pensar cada um de nós, por não terem qualquer sequência prática no terreno. E eu, pessoalmente, também tenho sentido isto na pele que será explicado no fim.
É o espelho do país…
Há uns anos não foi permitida pelo ICNB(Instituto Conservação Natureza e Biodiversidade) a construção de uma via rodoviária que era -e é!- fulcral para o desenvolvimento de parte do distrito de Bragança, salvo erro, por se ter descoberto algumas populações do rato de cabrera(Microtus cabrerae), único micro-roedor protegido em Portugal -e consta do Livro Vermelho dos Mamíferos de Portugal.
Para além do excelente trabalho de campo desenvolvido sobre esta espécie pelo biólogo responsável, patrocinado pelo próprio ICNB, no concreto nada ou pouco foi feito, isto é, não se informou, como se devería, aqueles que mais directamente ‘convivem’ com este rato e que são na sua maioria os agricultores e quem vive no campo! Resultado: rato/ratazana/roedor vistos, rato/ratazana/roedor MORTOS porque não há informação a vários níveis junto das populações e, para a grande parte do povo português, RATO É RATO, transmissor de doenças consumidor de trigo, de sementes, de pintos, etc… E, logo tem que ser eliminado!
Se calhar e em termos mais práticos, sería vantajoso para o rato, para a autarquia, para o ICNB e fundamentalmente, haver uma discussão informal e até, talvez, haver algo parecido como um ‘transvase’ das colónias para outros locais previamente demarcados. Terão os especialistas de me perdoar por esta ideia porque eu não o sou. Tenho conhecimento destas experiências com roedores noutros países.
Para além disto, se qualquer um de nós capturar um animal desta espécie pode ter grandes problemas com as autoridades…
E é assim no nosso país onde (não) funciona o bem-estar animal…
Relativamente ao trabalho desenvolvido pela minha pessoa por esse país fora há mais de 40(quarenta) anos, também já me sinto cansado qual D. Quixote de La Mancha a lutar contra o nada… Por não haver quem (sería o ICNB) desse a tal sequência idêntica à que se daría ao rato de cabrera. Enfim…
Tenho feito Exposições e pequenas Mostras de ANFÍBIOS pelo interior do país com alguns Terrariums/Aquariums levados muitas vezes por mim. Estas pequenas Exposições e pequenas Mostras visavam o que hoje está na moda: demonstrar os benefícios para o Homem que os Anfíbios protagonizavam. E já lá vão umas décadas… Até que, desde alguns anos a esta parte, tenho colaborado com o Aquário Vasco da Gama, onde se encontra a “tal” Exposição de que já falei.
Assumo integralmente tudo o que conscientemente escrevi.
Espero, honestamente, que outras pessoas intervenham, não perdendo a oportunidade de discutir o que escrevi, caso o desjem. Claro que há mais “estórias” para contar.
Cumprimentos,
Noémio de Sousa
Maio 29, 2008 às 10:34 pm |
Olé Gente!
Ao ler todo o historial escrito pelo meu antecessor que tem toda a razão, venho apenas confirmar quão inócuos têm sido os nossos governantes no que respeita ao ambiente. Para além dessa anedota do rato, que faz rir e muito, lembremo-nos também da inesquecível anedota do LINCE DE MALCATA que nos faz rir na cara de todos os que nos governaram e governam. Tem sido UMA VERGONHA o marasmo em que se encontram a nossa fauna e flora, o país, as pessoas:TUDO!!!!!!!!!!!!! Porra!
marte
Março 26, 2009 às 4:37 pm |
TER OU NÃO TER “DR”; ainda sobre o aparecimento da rã exótica, Xenopus laevis, nas ribeiras de Oeiras.
Não haverá ninguém no mundo que goste tanto dos anfíbios da Família Pipidae (à qual pertence a rã acima mencionada), sob todos os aspectos, como o autor desta breve nota. E, no entanto, reconheço que deve ser erradicada da nossa própria fauna. No caso, terìa sido introduzida por um Instituto das proximidades, por negligência? Ainda contactei o Instituto responsável pelo programa de erradicação deste anfíbio, para tentar ajudar, oferecendo a minha experiência e os contactos com alguns dos melhores especialistas europeus; a resposta foi que também o mesmo Instituto estava em contacto com especialistas portugueses. Pois!…. Viu-se/vê-se o resultado! Como não tenho o DR., não terei qualquer crédito. Será?
Tenho, efectivamente, muitos e bons conhecimentos sobre o comportamento deste Anuro, adquiridos no seu habitat natural, na República da África do Sul e em Moçambique, com inúmeras observações sob as condições climáticas mais díspares que possam existir, como trovoadas nocturnas e diurnas, épocas seca e húmida, média e alta montanha, em pequenos ribeiros, lagos, lagoas, etc…! Muitas vezes nadava, à noite, em pequenos charcos de água, com o auxilio de uma lanterna, modificada por mim, para poder observar a espectacular vida nocturna aquática, onde estava inserida esta rã. Quem corre por gosto…
Ao longo destes últimos tempos houve bastantes pessoas, ecologistas, biólogos, amigos, vulgares homens de Linnaeus, professores, etc., que, sabendo dos meus conhecimentos sobre as várias espécies de Xenopus (e outras da mesma família) telefonaram-me e enviaram-me mensagens nada abonatórias para quem tutela o Ambiente e a Natureza em Portugal. Inquiriram-me sobre o trabalho oficial de laboratório para o controlo da Xenopus nas ribeiras, acordados entre uma Faculdade de Lisboa e o tal Instituto oficial. Obviamente que nunca estive envolvido com gente tão importante – até porque não tenho DR. – e, após ter-lhes explicado isso mesmo, pressionaram-me para dar a minha opinião e, de certa maneira, tentar parar(!) a recolha deste vertebrado intruso, efectuada por caçadores furtivos, que ainda vai acontecendo todos os dias. Esta caça estimulou-me a vontade de escrever estas palavras.
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Para que conste, a pedido de um responsável académico, cuja equipa descobriu a rã exótica (cujo nome nem sequer foi referido no artigo que correu mundo, lamentavelmente!). Também me desloquei a Lisboa, junto de uma instituição oficial, para classificar a Xenopus (pelo padrão dorsal poderia ser o hibridismo da X.laevis x X.victorianus, ambas com 36 cromossomas cada)*. Eu, como pessoa responsável e outras pessoas conhecedores do que se passava, guardámos “segredo” durante um período alargado de tempo mas, alguns meses depois fui surpreendido com um E-mail da SIC do programa “Terra Alerta”, para tentar classificar eu próprio aquele vertebrado via fotografia, o que aconteceu (claro!, eu já sabia). Depois, efectuaram reportagens na RTP1 e na SIC, apostando numa imagem apelativa do anfíbio, em poses engraçadas pró sentimentais, que foram prontamente estimulantes da captura por particulares, movidos pelo desejo de possuir mais um motivo egoista de adoração. Desde então, nas ribeiras do concelho de Oeiras, ainda continua o saque, diariamente. Basta consultar a net para comprová-lo.
E não serviu de nada o exemplo do acontecido há uns anos(1996?) nos Açôres, quando a RTP do arquipélago mostrou as imagens do lagostim (Procambarus clarkki), introduzido na ilha de S.Miguel! Logo, foram muitos os particulares caçadores. Não se aprende com os erros?
Segundo veio a público, o Instituto governamental, encarregue da eliminação (!) do Anuro intruso não tinha (e já tem?) verba, para fazer face ao combate da expansão desta espécie de rã exótica. Isto não é crime, diga-se, mas não deixa de ser lamentável que, numa situação tão grave, não se recorresse a quem sabe, sobretudo quando havia pessoas auto-disponibilizadas! Será que os responsáveis tinham / têm ainda noção da gravidade deste caso? Ou estiveram mais interessados em continuar o empolamento da questão, para expor a mediatização das culpas dos que provocaram este incidente? Em Portugal, as pessoas escudam-se nos seus centros de Poder, investindo mais na afirmação das suas vontades particulares de privilégios institucionais, do que no conjugar de cooperações, para melhorar os conhecimentos e promover a sabedoria colectiva do nosso Povo! Há um desejo mórbido, entre alguns académicos, de se destacarem dos outros, para promoção do nome e do orgulho pessoal, porque nada sabem do objectivo último da Vida, no plano da continuidade do Universo, onde somos um grão perdido, facilmente dispensável, tanto mais porque apostámos na nossa inviabilidade civilizacional, à custa dos comportamentos anti-sociais, derivados das manias dos elitismos!
Será que os responsáveis (?!) sabem com o que estão a “lidar”, no plano do desenvolvimento da nossa sociedade e no plano da preservação ambiental global? Certamente que não!
Senão, vejamos:
Xenopus laevis laevis,(Daudin 1802) – Família Pipidae, englobante de anfíbios, caracterizados por falta de língua; esta rã é oriunda da África Austral
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introduzida na Europa, região Deux-Sèvres (França) e na Sicília (Itália) e, provavelmente, já eliminada de alguns canais na Holanda;
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anatómica e fisiologicamente adaptada à vida aquática, praticamente em todos os tipos de acidez da água (na África do Sul meridional, arredores da cidade do Cabo, algumas das suas colónias habitam simpatricamente com X.gilli, em água com nível 4 de acidez!);
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longevidade de mais de vinte anos;
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a quantidade de ovos postos pelas fêmeas varia conforme a idade e saúde do espécime, mas são quase sempre da ordem dos milhares; os girinos são muito difíceis de depredar em águas abertas – lagos e charcos perenes-; salienta-se que no artigo “X.laevis, a new exotic amphibian in Portugal” que tem corrido mundo, é referido a certo ponto “…production of egg masses…” . Gostaría de saber qual o significado em português, mas como não sou dr….; a minha observação prática mostrou-me o verdadeiro sentido deste tipo de posturas!
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sobrevive normalmente em água salobra (25% a 30% de água doce; 75% a 70% de água salgada) mas não se reproduz aí;
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quando chove, é estimulada a emigrar, conduzida por fios de água; em terra, locomove-se desajeitada mas rapidamente;
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no caso de se expandir em Portugal, não haverão depredadores dos adultos, nem sequer a cobra-de-água (Natrix maura), que apresenta baixa elasticidade bucal:
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transporta consigo o conhecido Chytrid fungus, que provoca a Chytridiomycosis, eventualmente letal para a nossa fauna, conforme é universalmente reconhecido. De referir que este fungo tem-se propagado em climas sub-tropicais e tropicais, por enquanto, dada alguma contenção dos climas, embora afectados pelas alterações climáticas locais e regionais!
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estiva, cavando um buraco na vertical, em terreno argiloso, de preferência; eventualmente, poderá vir a acontecer em Portugal, sem quaisquer surpresas;
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são oportunistas e comem quase tudo o que vive; são um gravíssimo perigo para qualquer fauna autóctone, a qual sofrerá um grande impacto na sua dinâmica populacional. A despeito da sua alimentação principal ser insectívora (disposição dos olhos), tem um faro apuradíssimo, não abdicando de devorar carne de animais terrestres ou aquáticos, recém-mortos, que rasga facilmente com as suas poderosas unhas. Como exemplo, dou o meu testemunho (não está referido em qualquer compêndio!) de ter visto algumas Xenopus, que se alimentavam no interior de um pequeno crocodilo morto (Moçambique) e que entravam e saíam do cadáver, através de um grande buraco no abdómen, provavelmente provocado por outro crocodilo; canibalizam os próprios girinos e juvenis;
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obviamente que, durante a investigação em Oeiras, não se encontraram girinos da rã nas ribeiras (há justificação para isso), porque a corrente existente não deixava quaisquer possibilidades dos mesmos girinos sobreviverem sem o phytoplankton de que se alimentam, como filtradores que são; se me tivessem contactado, eu tería dado uma resposta pronta, em vez de perderem tanto tempo em consultas algures, quando há em Portugal quem saiba… Não tenho o dr. e não ficaría muito bem, um biólogo amador prover ensinamentos a alguns académicos!
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os girinos suportam a temperatura da água entre os +- 10ºC e os +-30ºC, enquanto os adultos toleram dos 1ºC aos 45ºC . Tive oportunidade de observar adultos vivos sob gelo!!! Fantástico!
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Confesso que, se não tivessem havido as reportagens televisivas ( o eterno dilema ‘direito de informar, indubitavelmente contra o direito de privacidade e preservação!), havería uma ténue possibilidade de, pelo menos, reduzir drasticamente as Xenopus nas ribeiras de Oeiras, com métodos que não revelo neste artigo, propositadamente (participei, na África do Sul, na erradicação da rã num ribeiro particular). Neste momento e por causa da sua caça, haverá muita gente com estes Anfíbios em aquários privados, como animais de estimação, o que poderá ser uma via de dispersão da espécie mais tarde…! É pena; há que, pelo menos, apelar para que não se desfaçam das rãs em qualquer ponto de água, como já verifiquei fazerem com outros animais (Trachemys scripta elegans). Entreguem-nos nas instituições governamentais, por favor!
Como ambientalista, a minha preocupação principal não será a da transmissão do fungo (não está provado que tal aconteça em climas como o nosso, ainda…), mas sim a da depredação que a Xenopus poderá infligir à nossa fauna -que será terrível!
Acrescento que o conteúdo deste artigo não é contra ninguém, mas sim contra as mentalidades bacocas e retrógradas! Nada me move contra o que quer seja mas, meus senhores, o conhecimento não é exclusivo de Profs. e Biólogos profissionais! Neste caso, é de bradar aos céus a colocação de interesses institucionais à frente dos interesses primários da Vida! Tenho a plena consciência de que não sou licenciado, efectivamente mas, apesar disso, sinto-me orgulhoso, porque académicos estrangeiros me procuram para preencher as suas lacunas cognitivas de campo, precisamente no domínio de alguns aspectos da a etologia das Xenopus. Porque será?
Aproveito para agradecer ao Dr. J.Barros pela revisão do artigo e a todos aqueles que acreditam em mim, bem como a quem queira vir a publicar este “ARTIGO INCOVENIENTE”.
Por dizer a verdade espero não vir a ser preso…
Se alguém quiser contactar-me, sabe como o fazer.
TER OU NÃO TER DR é efectivamente a questão!.
(* como não tive acesso a qualquer resultado de exame laboratorial, não posso garantir, só pela observação do padrão dorsal -segundo Catherine Vigny- se eram ou não resultado do cruzamento de X.laevis e X.victorianus)
Noémio António Marques de Sousa,
Biólogo Amador
l
Abril 4, 2009 às 7:27 pm |
Hi, pessoal!
Efectivamente é de lamentar todo este silêncio nos órgãos de comunicação social sobre um elemento estranho introduzido em Portugal. Até parece que é todos os dias que tal acontece.
Senhores(?) das instituições oficiais que são pagos por todos nós, não sejam COBARDES e digam-nos o que se passa com o raio da rã estranha em Oeiras! Nós temos esse direito, ou não?
É uma vergonha…
Nelson
Maio 10, 2009 às 2:25 pm |
se o noemio de sousa pretende protagonismo, o que nao me parece, terá que ser chamado à razao. Se pelo contrario as autoridades (in)competentes que estão a ser postas em”cheque” não têm qualquer argumento que contrarie o que foi publicamente exposto, então, meus senhores do ministério VÃO DAR UMA VOLTA PORQUE ESTÃO A MAIS!
Será que não têm vergonha?
Ze