Boicote o Intermarché de Mafra

By adolfus

No dia 23 de Outubro de 2008 houve um acontecimento insólito no Intermarché de Mafra que só nos pode deixar perplexos. Ao que foi possível apurar, nessa manhã um gato penetrou por uma fenda do Intermarché, ficando entalado entre a parede exterior do edifício e um contentor que serve de escritório. Vários funcionários, ouvindo os gemidos do animal, ficaram alarmados e compadeceram-se dele. Estando o animal em perigo de vida, um dos funcionários chamou os Bombeiros às 10h50. Estes avisaram a Protecção Civil, a fim de obter meios para remover o contentor de forma a que o animal pudesse sair. Quando a gerência do Intermarché se apercebeu do alarido que isso ia causar, recusou qualquer ajuda… Lamentavelmente, o gato acabou por morrer no final do dia, pois esta gerência não quis estragar as suas instalações?! Clique aqui para ver mais informações bem como o testemunho da médico-veterinária, Sofia Marques, que se disponibilizou para ajudar a resolver este incidente mas que foi igualmente impedida de o fazer.

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3 Respostas para “Boicote o Intermarché de Mafra”

  1. Cid Martins Diz:

    Li e já enviei um email para a sede dos mosqueteiros, o grupo ao qual pertence o intermarché, a apresentar uma reclamação oficial e a referir que a partir de agora farei boicote ao hipermercados do Grupo!

    E os humanos ainda se julgam superiores aos animais… Pobres tontos!

    A espécie humana ainda tem um longo caminho a percorrer até se poder considerar evoluída!!

  2. Tânia Silva Diz:

    Foi com grande desgosto que soube deste triste caso…algumas pessoas já estão a par de outra situação que presenciei mas como me foi pedido um testemunho vim aqui da-lo de boa vontade.

    Há 3 anos trabalhei no Intermarché de Vialonga.
    Um dia, cheguei normalmente ao trabalho e fui ao armazém buscar mercadoria. Perto do portão de saída ouvi uns miados muito fortes e apavorados, e fiquei logo com o coração nas mãos. Pensei que um gato estivesse preso em algum lado e segui os miados em seu socorro. Procurei por todo o armazém, atrás e debaixo das paletes e demorei algum tempo a aperceber-me do que se estava a passar.
    Vi uma gaiola/armadilha, com uma gata preta lá dentro, com os olhos esbugalhados, implorando que a libertassem.
    Lá dentro estava também uma latinha de comida, vazia, que tinha sido usada como isco, mas que ela já havia comido.
    Posto isto entrou um colega meu no armazém e já me encontrou fora de mim.
    Gritei e exigi saber o que se passava. Ele disse para eu ter calma, que tinha sido o senhor do armazém que montou a armadilha. Passei-me. Exigi que a gata fosse solta, que era um acto desumano.
    Entretanto chega o tal senhor que viu o meu estado e mais outro colega que compactuava com aquele acto hediondo. Disseram para me acalmar porque a gata tinha sido capturada porque ia lá para o armazém ter filhos, e que urinavam e rasgavam a mercadoria.
    Eu até compreendi a razão mas era inadmissível ela estar ali desde a noite anterior, sem comida e sem água, disse que tinham ao menos de lhe pôr água até a irem libertar. Responderam-me que não porque ela estava muito brava e que era impossível abrir a gaiola para pôr lá o que fosse…e disse eu PUDERA! Se eu o enfiasse numa gaiola deste tamanho, sem água e sem comida, você havia de estar contente!
    Aí então começaram a ser mal educados comigo, eu que fosse à minha vida e gritaram que eu não tinha nada a ver com isso.
    Dei o meu ultimato, ou resolviam o assunto ou ia de imediato chamar a Associação de Animais Abandonados de Alverca, à qual pertencia, e resolvia-se tudo na presença das autoridades.
    Aí mudaram o tom comigo, disseram para eu não me preocupar que quando fosse hora de almoço, iriam libertá-la num terreno baldio para que ela fosse fazer a sua vida para outro lado.
    Fingi acreditar e fiquei atenta ao que ia acontecer.
    Realmente à hora do almoço eles levaram a gata e trouxeram a gaiola vazia. Fiquei com as minhas dúvidas, mas no fundo dava para acreditar que a soltaram, porque ela estava tão brava que duvido que alguém lhe pusesse a mão.

  3. marte Diz:

    Alô Cabecinhas pensadoras!

    Do que é que estão à espera as autoridades (in)competentes?
    Sabiam que esta situação é considerada um caso de polícia?

    Bem-hajam aqueles que tentaram defender o animal dos… ANIMAIS!

    Quero prometer que nunca irei ao dito supermercado…

    Marte

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